terça-feira, 15 de janeiro de 2013

 
Segunda-feira: o melhor dia da semana!
O que sentes quando chega o domingo, ao entardecer? Ficas alegre pela nova semana que vai começar ou será que surge aquele sentimento meio triste e depressivo por ter que começar tudo de novo?
O não g...ostar da segunda feira é um grande indicador de que não estamos a seguir o nosso verdadeiro caminho na vida. Passamos uma boa parte da nossa vida no trabalho e muitas pessoas escolhem a profissão de uma forma um tanto equivocada.
O erro mais comum é escolher a profissão pelo ganho financeiro. Considero isso um grande erro pois está baseado na crença de que em algumas profissões é possível ter uma vida confortável e noutras não. Por acreditar nisso, muitos deixam a sua verdadeira vocação de lado e vão em busca de uma área onde há um consenso de que é mais fácil para se ganhar bem. E assim passam a vida inteira infelizes fazendo o que não gostam.
Na verdade, é possível ter uma boa renda seja qual for a vocação de alguém: ensinar, vender, empreender, dançar, trabalhar com moda, design e etc.
Mas isso somente ocorre depois de uma mudança mais profunda de crenças limitantes e melhoria da autoestima.
Existem duas coisas que influenciam a nossa satisfação com o trabalho: fazer o que se gosta, e sentir-se bem remunerado. Acredito que primeiro devemos seguir a nossa verdadeira vocação. Essa deveria ser a prioridade máxima. Pois quando excluímos a possibilidade de fazer aquilo que gostamos jamais conseguiremos uma verdadeira satisfação pessoal. Depois, podemos crescer e descobrir como usar os nossos talentos para crescer financeiramente.
Aqueles que não descobrem cedo a sua vocação podem descobri-la tardiamente. Mas normalmente ficam com medo de mudar e correr riscos e acabam pagando o preço da insatisfação.
Todo o ser humano tem o seu talento, o seu caminho de vida mais profundo, e veio aqui para a terra para por em prática a sua vocação e beneficiar a sociedade, ao mesmo tempo em que se realiza e ganha satisfação pessoal, financeira e profissional, tudo num só pacote. Só o autoconhecimento nos leva na direção dessa realização plena.
André Lima


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

sábado, 5 de janeiro de 2013

 
É hora de deixar para trás toda a bagagem do passado e viver o presente.
É natural que neste período, em que tudo parece estar prestes a ser engolido pelo caos, o medo surja em grande escala. O medo, esse sim, é o nosso grande inimigo, aque...le que temos que combater se queremos colher os frutos de todo este processo evolutivo.
Vejamos objectivamente aquilo que temos vindo a perder: o emprego que nos devolvia segurança e sustento, mas que na realidade não nos trazia realização e apenas nos consumia; a relação que estava ali, segura, mas onde já não tínhamos o coração e que a cada dia nos tornava mais amargos de mútuo ressentimento; o poder de compra com o qual adquiríamos um crescente número de coisas que não necessitamos e que bem depressa deitamos fora ou esquecemos em armários; o estado-social, a confiança no governo, na autoridade e no poder político que nos rege, quando em verdade o motor da nossa organização politica global não é a igualdade, a sustentabilidade, a promoção e protecção do desenvolvimento integral do individuo; a crença no elevado nível civilizacional da nossa sociedade, que afinal se constrói à custa da ignorância e da miséria da maioria e recorre à violência mais primária sempre que se sente ameaçada.
No fundo, aquilo que temos vindo a perder, em essência, não o tínhamos já… era apenas uma miragem à qual nos agarrávamos para escapar à dura verdade. E é dura sem dúvida.
Agora, de olhos bem abertos, temos pela frente o trabalho de construir um mundo mais justo e equilibrado, o que implica necessariamente uma melhor redistribuição de recursos e um respeito universal pela Vida.
Jorge Lancinha

domingo, 30 de dezembro de 2012

 
DIA 6-01-2013 - LISBOA - Das 10h às 13h
Nós só nos podemos ver realmente refletidos na outra pessoa. Se admiramos qualidades no outro, só
estamos a reconhecer essas mesmas qualidades em nós mesmos, porém essas qualidades (por algum motivo)...
ainda não podem ser desenvolvidas ou expressas por nós. Por outro lado, se vemos qualidades que não gostamos no outro de novo, estamos apenas a ver-nos a nós mesmos, talvez uma parte renegada a que chamamos de sombra.
Este será um Encontro onde vamos trabalhar em pares, idealmente homem e mulher, (mas também pode ser feito com 2 mulheres ou dois homens) usando as polaridades masculinas e femininas que existem em todos nós.
Este tipo de prática pode ajudar a estabelecer o equilíbrio num relacionamento, permitindo a oportunidade de conexão e suporte com a parte mais elevada de cada um, desenvolvendo a experiência de Unidade entre os dois. O foco permanece no
amor do coração, projetando amor e carinho, com o maior bem para ambos os parceiros.
A quem se destina?

A todos os casais que sentem necessidade de aprofundar a sua ligação amorosa e espiritual.

Há algo de especial que acontece quando meditas e te exercitas com o teu parceiro, a fim de fortalecer o relacionamento.
A todos os que se querem sentir inteiros, completos e plenos, unindo a energia masculina e feminina numa união não sexual.

Este trabalho combina as polaridades masculinas e femininas com asanas, (posturas) mudras, (gesto ou posição, usualmente das mãos, que fecha e guia o fluxo de energia e reflexos para o cérebro) mantras,(sílaba, palavra ou frase que eleva ou altera a consciência através do seu significado e do próprio som) pranayam (respiração para canalizar e direcionar o fluxo do prana alterando a consciência e o estado físico) e meditação, para gerar um forte campo psico-magnético, através do qual a energia é atraída e dirigida positivamente para limpeza do subconsciente e elevação da consciência, através dos chakras para uma consciência superior e divina.

Investimento 20.00 por pessoa
Inscreve-te enviando e-mail para xuxuta77@hotmail.com

VAMOS CURAR O MUNDO EM 2013!

Imagine uma célula do corpo que pensa que é um ser separado, que não faz parte do grande organismo vivo. Essa célula olha para as doenças, toxinas e mazelas do corpo como uma criatura externa que julga tudo e não se sente como uma parte integrante daquele ser maior. Ela não entende que ela é também aquele ser maior. E ao não se sentir como parte do todo, a célula critica, julga, joga a culpa das mazelas  noutras células e órgãos, gerando desamor e rejeição a si mesma, o que acaba provocando mais desarmonia e doenças.

É mais ou menos assim que nos sentimos. Somos parte de um grande organismo vivo, como se fôssemos células. Só que nós somos células que têm consciência de si mesmas. Entretanto, do nosso limitado ponto de vista, temos a impressão de que somos seres individuais com mentes individuais habitando um planeta cheio de problemas com pessoas cheias de defeitos. Na verdade, fazemos parte de um grande organismo vivo, que tem uma mente coletiva global, uma saúde global. Perdemos essa visão mais abrangente e começamos a sentir-nos separados do todo.

A partir dessa ilusão de separação, julgamos, criticamos e tendemos a ver a causa dos problemas da sociedade  noutras pessoas, gerando ainda mais negatividade, falta de amor e desarmonia. Não percebemos que ao agirmos dessa forma estamos rejeitando a nós mesmos, pois somos uma parte indissociável do todo.

Um exemplo claro dessa ilusão de separação e julgamento, são os comentários que vemos de pessoas revoltadas com a política. São pessoas que pensam que a "culpa" de todos os problemas são desses poucos seres que estão aparentemente comandando tudo.

Quando olhamos de uma forma mais global, sem perder de vista que somos parte de um grande todo, percebemos que toda a corrupção e desonestidade que vemos nos comportamentos dos políticos são apenas o reflexo da desonestidade e corrupção que existe em boa parte dos seres que fazem parte da sociedade.

Uma sociedade muito corrupta, produzirá políticos muito corruptos, assim como uma sociedade mais honesta produzirá governantes mais honestos. O grau de honestidade de quem comanda as instituições será um reflexo direto do grau de honestidade da população.

Muitos dos que criticam praticam a corrupção de diversas formas em suas vidas (sonegação de impostos, suborno do guarda,  aproveitam-se  da influencia de alguém para obter vantagens e passar na frente de outros e etc...) e fariam o mesmo se estivessem no poder. É sempre um processo coletivo.

A poluição e todo o feio e miséria que existem no mundo são um reflexo direto da negatividade e do nível de consciência daquela população. E esse nível de consciência global, é reflexo do somatório da negatividade e das coisas boas que existem em cada um de nós. Por isso, a única forma que temos para ajudar o todo, é curando a nossa própria negatividade interior. Assim tornamo-nos mais saudáveis emocional e fisicamente e passamos a somar de forma positiva na coletividade.

A nossa mente individual está cheia de áreas obscuras que contém todo o tipo de negatividade: pensamentos e sentimentos que nos causam sofrimento - mágoas, medos, culpas, tristeza, raiva e etc. Temos partes saudáveis também, caso contrário, estaríamos todos completamente loucos, infelizes e doentes. Quanto mais curamos essas partes negativas que guardamos, mais nos tornamos saudáveis, felizes e em paz.

De forma análoga, a grande mente global também está perturbada e cheia de pontos obscuros com negatividade. Essas partes obscuras são o somatório da negatividade contida na mente individual de cada um de nós.

Quando eu curo qualquer negatividade que eu guardo, além de ajudar a curar a minha mente individual, eu ajudo a curar a grande mente coletiva e torno o mundo um pouco melhor, pois eu faço parte do todo.

A negatividade que nós carregamos tem também o poder de influenciar outras mentes. É como um vírus que lançamos no ar e que leva doença para outras pessoas. Quando nos curamos e nos tornamos mais felizes, temos também o poder de influenciar de forma positiva todos que estão ao nosso redor. Deixamos de fazer parte do problema e passamos a fazer parte da solução.

A violência que vemos no mundo, é fruto da raiva e outros sentimentos negativos que cada um de nós guarda. Quanto mais energia de raiva individual, maior será a energia coletiva, e ficamos mais propensos a nos tornarmos agressivos com outras pessoas pois estamos imersos num campo.

Quando essas tensões emocionais individuais se tornam muito altas  numa grande parte da população, veremos explodir a violência de várias formas: aumento dos índices de homicídio e violência física, aumento dos níveis de agressão psicológica, surgimento de revoltas coletivas, e, em um grau mais extremo, pode ocorrer uma guerra civil ou guerra entre países.

Pensamentos do tipo "a paz começa comigo" ou "seja mudança que você quer ver no mundo" podem parecer clichês ou bobagem, mas expressam uma grande verdade e estão baseados na visão holística que de cada um de nós faz parte de um todo.

Um mundo mais pacífico  faz-se com pessoas que se sentem em paz. Um mundo mais feliz  faz-se  com pessoas que estão mais livres da negatividade consciente e inconsciente que o ser humano carrega.

Esse texto é um convite para que possamos olhar para nós mesmos e procurar curar o que está dentro, para assim vermos mudanças no exterior ao redor da nossa vida e depois de uma forma mais ampla na sociedade. Felizmente, temos diversas formas de curar o nosso interior através de terapias, técnicas, meditações e práticas de todos os tipos e para os mais diversos gostos e afinidades, além de livros de autoconhecimento e etc…

André Lima