terça-feira, 23 de outubro de 2012

 
A SOMBRA
A sombra é como um fantasma que habita dentro de nós e que comanda de uma forma sutil a nossa vida. Faz-nos agir de uma forma sabotadora, sem que a gente perceba, levando-nos a entrar em situações de sofrimento. A maioria das pesso...
as não percebe a ação sorrateira da sombra. Elas pensam que estão a comandar livremente as suas vidas, e não fazem idéia do quanto essas forças inconscientes estão gerando problemas em todas as áreas.

A nossa tendência é não olhar para a sombra. Muitos ignoram completamente a sua existência. Outros sabem que ela existe mas subestimam-na, por não terem uma real noção do quanto a sombra está presente nos nossos pensamentos e ações, como um pano de fundo que influencia tudo.

Outras vezes não queremos olhar para a sombra para não entrarmos em contato com sentimentos dolorosos e outros que não gostamos de admitir que temos (medo, inveja, raiva e etc...). Essas emoções são então reprimidas, gerando mais sombra. O fato de não olhar para elas de nada resolve. Pelo contrário, quanto mais empurramos essas emoções para o inconsciente, piores os estragos na nossa vida. A sombra prospera e cresce pela falta de "luz". Essa luz seria a nossa observação e percepção consciente dessas emoções. Assim elas podem vir à tona para serem curadas.

A sombra gera um desconforto interior também chamado de ansiedade; leva-nos para os vícios e compulsões, faz-nos comer mais do que deveríamos. Os mais diversos tipos de comportamentos negativos surgem. A maioria das pessoas não tem a menor noção de que existem forças inconscientes que as levam a agir dessa forma. Pensam que as suas atitudes negativas se devem a preguiça, burrice, ou falta de força de vontade. Enquanto não vêm a verdade, e a sombra prospera.
André Lima

O que podemos fazer? Com ajuda Terapêutica aceder a essas emoções que fazem parte da sombra acumulada e dissolvê-las pouco a pouco. Desta forma, os pensamentos tornam-se mais claros e positivos, a autoestima melhora, e os processos de autossabotagem começam a diminuir.

sábado, 13 de outubro de 2012

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

            
  O AMOR DESTRUTIVO
 
Observamos pessoas que entram em relacionamentos cheios de conflitos que lhes causam bastante sofrimento. São mulheres e homens que se relacionam com parceiros com problemas de bebida,drogas, ou com pessoas que tem grand...
es dificuldades emocionais. Parece que entram nas relações para sofrer. Quando acabam um relacionamento problemático, entram logo num outro. Por que será que isso acontece?
Essas coisas não acontecem por acaso. A origem desse padrão que busca relações doentes está na infância. Durante esse período, a criança precisa de atenção e do amor dos pais para desenvolver o seu amor próprio. O quanto essa criança aprende a amar-se e a aceitar-se, depende do quanto os pais a amam e a aceitam. A sua autoestima é completamente afetada pela relação com os seus pais.
A criança tem uma necessidade emocional de receber atenção e reconhecimento através do contato físico, elogios, interações. Quando ela recebe bastante atenção positiva (elogios, carinho e afeto), ela aprende que essa é a forma normal de se relacionar. A sua autoestima e amor próprio desenvolvem-se, e quando cresce torna-se um adulto saudável que busca relacionamentos afetivos positivos.
Entretanto, os pais que não dão muita atenção de forma positiva, acabam por dar atenção de forma negativa através de críticas, castigos, agressão física. Nesses casos, a criança aprende que essa é a forma normal de receber amor; fica gravado no seu inconsciente. A sua autoestima deteriora-se e na vida adulta entra em relacionamentos que trazem sofrimento.
A criança tem avidez por atenção e reconhecimento. Quando ela não ganha isso de forma positiva, vai buscar pelo lado negativo. Em algumas famílias o elogio e reconhecimento positivo é escasso, ou mesmo inexistente. Quando a criança faz algo de bom, o seu comportamento é visto como normal e é ignorado, não recebendo qualquer atenção. Mas, quando ela faz algo que desagrada aos pais, logo recebe a atenção negativa.
Para a criança, receber esse tipo de atenção é melhor do que não receber nada. Ela precisa ter a sua existência reconhecida, e, se não for de uma forma positiva, que seja então de uma forma negativa. Como nesse tipo de família é muito mais fácil receber essa atenção negativa, a criança inconscientemente busca esse tipo de amor, desejando muitas vezes ser mal tratada pelos pais, pois é melhor ter esse tipo de relação com eles do que ser ignorada.
Ao crescer, essas crianças formam no seu inconsciente um padrão emocional de receber amor de forma negativa e acabam por procurar relacionamentos que vão repetir os mesmos sentimentos da infância: raiva, rejeição, abandono, tristeza, medo...
O adulto que entra nesse tipo de relacionamento não tem essa compreensão. Parece que as coisas acontecem por acaso, por azar. Mas no seu interior tem uma força inconsciente que o faz sentir atraído por situações problemáticas. Se porventura ele encontrar uma pessoa equilibrada, não sentirá atração por ela, ou, se começar a relacionar-se, logo perderá o interesse e vai achar que isso ocorreu por diversas razões: "não havia química entre nós"; "é uma ótima pessoa, mas não a amo"; "não combina comigo".
Mas na realidade, a falta de interesse ocorreu por que aquela pessoa não é capaz de dar para ele o sofrimento que procura de forma inconsciente. Observem mulheres que se relacionam com homens mulherengos, que as traem e as fazem sofrer. Elas falam que desejam encontrar um homem que seja bom e fiel. Entretanto, quando encontram um homem com esse perfil, não conseguem interessar-se por eles, falam que sentem apenas amizade, carinho, mas não amor. Já com os homens que provocam sofrimento, apaixonam-se facilmente.
Esse tipo de atração parece amor, mas, na realidade, é um vício em procurar sofrimento gerado pela falta de amor próprio. O fato de não ter recebido amor dos pais na infância gera um sentimento na criança de que ela não tem valor. Esse sentimento permanece até a vida adulta. E quando sentimos que no fundo não temos valor, vamos procurar sofrer e punir-nos. Enfatizo que tudo isso ocorre de forma inconsciente e sutil. Parece tudo obra do acaso.
Observe como andam os seus relacionamentos, se são prazerosos, saudáveis, ou se sempre trazem sofrimento e dificuldades. Quando essa segunda opção acontece com frequência, é um sinal de que existem problemas de autoestima que precisam ser curados.
As pessoas tentam muitas vezes, inutilmente, melhorar os relacionamentos pela própria força de vontade. Mas a qualidade das relações só melhora quando a autoestima se eleva. Se essas emoções inconscientes não forem curadas, os padrões de comportamento e sofrimento continuam se repetindo ao longo da vida. É preciso libertar-se dessas emoções pois elas tem um forte poder sobre os nossos pensamentos e ações.
André Lima

Gurunam Singh plays Jai Te Gang at Sat Nam Fest 2011


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

 
 
2º. CHAKRA – DIA 23-09-2012
DAS 10H00 ÀS 13H00
Se o teu Estado Emocional é:
Inquieto, ansioso, sozinho, solitário, vergonha, necessitado, abandonado, zangado com o sexo oposto, auto rejeição, criança interior ferida, emotividade excessiva...
emoções reprimidas ou ambas.
Se as tuas Crenças são:
Não tenho o que é preciso, passa-se alguma coisa comigo, mereço ser rejeitado, acredito no bom e no mau, forças de luz e trevas.
Se tens Vergonha do corpo e sexualidade.
Vem aprender que Poderes de Essência estão bloqueados nessa zona do teu corpo (ovários, testículos, genitais, bexiga).
Tomando consciência e adquirindo ferramentas para que o desbloqueio aconteça, através de exercícios de Kundalini Yoga.
Mais informação envia e-mail para xuxuta77@hotmail.com

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

One Light, Many Faces - Summer Solstice Celebration 2012